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Brincadeira? Queimada virou papo sério no DF

Time do Riacho Fundo 2 se reforça e conquista apoio para a temporada 2026



Foto: Aysllan Ferreira/Divulgação
Foto: Aysllan Ferreira/Divulgação

Se você ainda acha que queimada é só coisa do passado ou de recreio de escola, é melhor atualizar o feed. No Riacho Fundo 2, o jogo é levado muito a sério, com time estruturado e muito treinamento. A equipe do Elite Queimada tá chegando pesado para a temporada 2026.


Criado há apenas três anos, o time nasceu daquela clássica pelada de rua que “era só zoeira” e, quando a galera se deu conta, já estava disputando torneios e subindo de nível. Hoje, a equipe masculina reúne cerca de 20 atletas e voltou aos treinos nesta semana, sempre às segundas e quartas-feiras, com foco total nos desafios do ano.


“O time surgiu de uma brincadeira entre amigos. Quando vimos, já estávamos competindo pra valer”, contou o treinador e atleta Luiz Mezet Bessa, de 25 anos. E não é conversa fiada: o Elite já tem no currículo quatro bronzes e uma prata em competições locais — nada mal pra quem começou na base do improviso.


Na retomada dos trabalhos, na noite desta segunda-feira (12), na Escola Classe 1 do Riacho Fundo 2, o clima foi de vitória fora de quadra. A equipe recebeu um baita reforço por meio do Instituto Reciclando o Futuro, que doou uniformes, coletes e bolas para os treinos.


“Vai ajudar demais, porque a gente precisa muito de material pra manter a preparação em alto nível”, comemorou Mezet, já projetando a próxima missão: a Copa Kaizen de Queimada – Desafio Versão, marcada para os dias 24 e 25, no Ginásio do Taguaparque.


A fundadora do instituto, Renata Daguiar, destacou que a parceria vai além da bola queimada no ar. “Essa modalidade cresce a cada dia no DF, e apoiar o Elite é uma honra, porque eles representam a cidade com muita dignidade”, afirmou.


Renata ainda reforçou o papel do esporte como ferramenta de transformação social. “O esporte integra, socializa, protege e muda histórias. Ele é capaz de ressignificar a vida do cidadão.”

 
 
 

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